sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Sabbath Lughnasadh ou Lammas 

Vamos celebrar neste dia 1 de agosto o Sabbat de Lughnasadh ou Lammas
Um agradecimento à Deusa e ao Deus Lugh por tudo que estamos colhendo neste dia.
Pedimos que a abundancia esteja sempre presente em nosso lares!
Lugh
Sabbath da Primeira Colheita (02 de Fevereiro no Hemisfério Sul / 01 de Agosto no Hemisfério Norte), também conhecido como Lughnasadh (pronuncia-se "lug-na-ssádh") - O nome original (Lughnasadh) significa, literalmente, a "festa de Lugh" (Lugh é um deus celta), Véspera de Agosto e Primeiro Festival da Colheita, o Sabbath Lammas é um Festival da Colheita.
Tema do Sabbath: A Deusa como a Rainha de abundância, é honrada como a mãe que deu luz à generosidade. O Deus é honrado como o Pai da Prosperidade. Neste dia, o pão é assado por tradição e as primeiras frutas do jardim são colocadas sobre o altar. Uma porção do pão é oferecida tradicionalmente ao povo das fadas.
Nesse Sabbath (que marca o início da estação da colheita e é dedicado ao pão), agradecemos aos deuses pela colheita com várias oferendas às deidades para assegurar a continuação da fertilidade da terra, e honramos o aspecto da fertilidade da união sagrada da Deusa e do Deus.
Nesse dia sagrado, os sacerdotes druidas realizavam rituais de proteção e homenageavam Lugh, o deus celta do sol.
Em outras culturas pré-cristãs, Lammas era celebrado como o festival dos grãos e o dia para cultuar a morte do Rei Sagrado.
A confecção de bonecas de milho (pequenas figuras feitas com palha trançada) é um antigo costume pagão realizado ainda hoje como parte do rito do Sabbath de Lammas. As bonecas (ou bebês da colheita, como são chamadas algumas vezes) são colocadas no altar para simbolizar a Deusa Mãe da colheita é costume, em cada Lammas, fazer (ou comprar) uma nova boneca de milho e queimar a anterior (do ano passado) para dar boa sorte.
Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbath Lammas são pães caseiros (trigo, aveia e, especialmente, milho), bolos de cevada, nozes, cerejas silvestres, maçãs, arroz, cordeiro assado, tortas de cereja, vinho de sabugueiro, cerveja e chá de olmo.
Correspondências de Lughnasadh

· CORES: marrom, laranja, vermelho, amarelo.
· DEUSES: das colheitas e dos grãos, o principal deus é Lugh.
· ERVAS: peonia, flor de trevo, heliotrópio, verbena, murta, rosa, girassol, musgo irlandês, trigo, salsa, centeio, aveia, cevada, arroz, alho, cebola, manjericão, menta, babosa, acácia, folha de maçã, folha de framboesa, folha de morango, folha de uva, azevinho, confrei, calêndula, vinheiro, hera, avelã, espinheiro-preto, sabugueiro.
· PEDRAS: olho-de-gato, citrino, aventurina, topázio dourado, obsidiana, ágata musgosa, rodocrosita, quartzo claro, mármore, ardósia, granito, seixos de rio.
Algumas sugestões de jogos de Lammas:
• Corrida com três pernas
• Corrida com ovo na colher
• Corridas de revezamento em equipe
• Braço-de-força (em homenagem ao Deus)
O importante é adaptar os jogos às pessoas que estarão participando das festividades no dia. Use a criatividade!
Dedicado à Lugh, o deus celta da luz, o sabbath representava seu sacrifício anual que garantia a maturação das sementes, sua colheita e o fornecimento dos grãos para o próximo plantio. Neste festival, temos o outono paralelo à união sacrificial de Beltane com o deus do ano crescente. O Deus-Sol se sacrifica para renascer nos grãos, o que faz deste festival uma celebração essencial dos grãos e pães.
Tailtu, a Deusa Mãe, também era celebrada com danças e cantos, exaltada como a fonte de toda vida e abundância. Os primeiros frutos e cereais colhidos eram-lhe ofertados nos altares de pedra dos bosques sagrados de carvalhos. Vemos Lammas, então, como um festival de regeneração. É o primeiro festival da colheita (depois vêm Mabon e Samhaim). Celebramos a Deusa, a plenitude da Terra, a agricultura e todas as realizações em nossas vidas.
No início de fevereiro, celebramos a primeira colheita. É de extrema importância que celebremos o alimento que um dia foi cultivado e hoje está em nossa mesa. A Terra foi fecundada pelo Sol e graças a esse casamento sagrado temos o que comer; temos vida. O Sol alcançou seu ponto mais alto no solstício de verão e agora está minguando cada vez mais... Devemos celebrar tudo o que foi feito, assim como a ida do Deus para a Summerland (País de verão). Os dias estão ficando mais curtos e começamos a tomar consciência da chegada do inverno em breve. Uma
festa de grãos, frutas e vegetais é alegremente celebrada, como todos os festivais pagãos.

Antigas tradições:
- Fazer velas para honrar a Deusa e o Deus.
- Coletar água da chuva e de tempestade para o uso de feitiços e para potencializar objetos mágicos.
- Criar e enterrar uma Garrafa de Bruxa.
- Fazer uma Boneca de Milho e guardar para o próximo Imbolc.
- Fazer uma Roda de Milho.
- Fazer um piquenique mágico com libações para a terra, de pão e vinho.
Comidas típicas: ervas frescas, frutas e vegetais, pão de milho e de grãos, amoras pretas, tortas, sidra, vinho de pétalas de rosas.
- Fazer pão de grãos
Alguns costumes de Lughnasadh
- Lughnasadh era a festa céltica que comemorava os jogos funerais de Lugh. Não a morte de Lugh, mas os jogos que ele institucionalizou para honrar a morte de sua mãe adotiva, Tailtu. Na Irlanda, Lughnasadh é chamado de "Jogos de Tailtu".
- Nos antigos rituais de Lammas, havia uma efígie do Deus Milho feita com vime e outros materiais. O homem de vime era preenchido com todos os "sacrifícios" da aldeia: frutas, grãos, riquezas, vinho e outras oferendas. Uma fogueira enorme era construída e consagrada. Durante a cerimônia deste festival, o homem de vime era lançado sobre o fogo e sacrificado, levando assim os desejos das pessoas ao mundo dos deuses.
- Simplificando a ortografia, Lúnasa significa "mês de agosto" em gaélico-irlandês. Lunasda e Lunasdal signigicam "Lammas" (primeiro de agosto em gaélico-escocês). Na Ilha de Man, o equivalente é Laa Luanys ou Laa Lunys. Na Escócia, é Iuchar. Na península de Dingle é conhecida por An Lughna Dubh ("o festival sombrio de Lugh").
Lugh
Na maioria dos livros, encontramos Lugh classificado como um deus solar, mas ele é muito mais complexo do que isso. Provavelmente, tais associações suas ao Sol devem ter vindo dos povos gregos e romanos, ao entrarem em contato com a cultura celta. Na Gália e na Grã-Bretanha, existem muitos exemplos de cultos ao deus Lugh.
O nome Lugh vem do irlandês antigo e significa "brilho" ou "luz". Seu nome, aliás, aparece no nome de muitos lugares da Europa: Lugo (na Galícia), Leiden (na Holanda), Luguvalium (na Inglaterra), Lughbhadh (na Irlanda), Lugdunum (hoje Lyons, na França).
Há um grande número de imagens de Lugh nas terras célticas, o que comprovam a sua importância. De acordo com Cláudio Crow Quintino, autor de 'O Livro da Mitologia Celta', "na Gália foram encontrados diversos vestígios dos cultos a esta deidade, que se manifesta - de acordo com o padrão celta - de forma tríplice". E continua: "A representação iconográfica de Lugos, seu nome gaulês, por vezes o mostra com três rostos e três falos."Isso confirma a sua natureza tríplice. Existia um festival chamado Oidhche Lugnasa, o festival do Pão Fresco, que é uma celebração celta da colheita dedicada à deusa Tailtu e a Lugh. Ela era uma antiga deusa irlandesa da Terra, mãe de Lugh. Ele então criou o festival de Lughnasadh para reverenciá-la. Em tempos antigos, tais celebrações duravam cerca de quinze dias, e depois foram cristianizadas como "a Festa da Colheita".
Fontes: Grimoire
Wicca: A Religião da Deusa
Ritos e Mistérios da Bruxaria Moderna
Guia Prático da Wicca
A Dança Cósmica das Feiticeiras
O Livro das Sombras de Scott Cunnigham
Wicca Essencial
O Livro da Mitologia Celta

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terça-feira, 22 de julho de 2014

QUE OS DEUSES OS ILUMINEM!!
BLESSED BE!!

Oração à Grande Mãe
Eu sou a Deusa, eu sou a Bruxa
Eu sou aquela que ilumina e protege
O poder da Grande Mãe está dentro de mim.

Que a Grande Mãe
A senhora da noite
Encha de frutas a árvore da minha vida.

Grande Deusa que habita dentro de mim
Santifica cada palavra minha e cada ato meu
Afasta cada sombra de minha vida
Ilumina todas as minhas estações
Torna-me forte na dor
Torna-me belo no amor
Que Teu nome e Teu poder
Sejam o meu nome e o meu poder
Assim sempre foi, Assim sempre será.
Significado de Blessed"be!

Origem e Utilização do Blessed Be....Hoje escolhi falar sobre a saudação Blessed Be.....Muitas pessoa fazem essa saudação sem saber..o significado ou a origem rsrs então vamos lá?

Nos e-mails dos grupos pagão muitos se cumprimentam ou se despedem com uma saudação: o Blessed Be.

Várias pessoas usam essa saudação e não sabe qual sua Origem.

O "Blessed Be" significa abençoados sejam e é a forma contraída de um cumprimento RITUAL wiccano Gardneriano / Alexandrino, usado por todos os subgrupos de WICCA .
É usado com formalidade e intimidade e também chamado de Beijo Quíntuplo (Five-fold Kiss).
Esse cumprimento é realizado entre o Sacerdote e a Sacerdotisa ou pelos membros do Coven entre si, mas dentro do RITUAL é utilizado somente entre homens e mulheres, pois é uma saudação entre o feminino e o masculino e vice-versa.
A ritualística de forma como é feito o RITUAL eu descrevo abaixo:
A Sacerdotisa e o Sacerdote ficam frente a frente. O Sacerdote ajoelha-se diante dela, e beija seus pés, dizendo:

"Abençoados sejam, teus pés, que e conduzem pelo Caminho".
Depois, beija seus joelhos, dizendo: "Abençoados sejam teus joelhos, que se dobram diante do altar".
Depois, beija a região do útero dela, dizendo: "Abençoado seja teu ventre, que propaga a vida".
Depois, beija seus seios, dizendo: "Abençoados sejam teus seios, que nutrem a vida, formados em beleza".
Depois, beija seus lábios e diz: "Abençoados sejam teus lábios, que proferem os Nomes Sagrados".
Os dois se abraçam.
Então, a Sacerdotisa ajoelha-se diante dele, beijando-o nos pés, joelhos, o falo, peito e lábios, dizendo:
“Abençoados sejam teus pés, que te conduzem pelo Caminho.
Abençoados sejam teus joelhos, que se dobram diante do altar.
Abençoado seja teu falo, que a tudo fertiliza.
Abençoado seja teu peito, formado em força.
Abençoados sejam teus lábios, que proferem os Nomes Sagrados" (conforme beija cada local).
E ao final os dois se abraçam.

Resume-se, portanto, que ao cumprimentar outra pessoa com a forma "Blessed Be", concede-se ao outro exatamente um beijo quíntuplo.
Ele não deve ser oferecido a qualquer um, mas usado criteriosamente.
Pois nem todos entendem o significado desse ritual.
Muitas vertentes utilizam esse tratamento em seus grupos (não realizando a ritualística do RITUAL em seus ritos), pois representa confiança, intimidade e reconhecimento sagrado.
Receber um simples Blessed Be (que são apenas duas palavrinhas) é receber uma benção de um integrante do grupo ou da comunidade pagã, e deve ser considerado um carinho enorme por quem recebe.

Fonte:oldreligion

Àqueles que de coração trilham o Caminho da Arte Blessed "Be )O(

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Hoje a meditação é mais necessária do que nunca. Osho 

Mandamentos do Reiki...SÓ POR HOJE....Só por hoje... serei feliz...
Expulsarei de meu espírito
qualquer pensamento triste
e me sentirei mais alegre que
nunca.
Hoje agradecerei a Deus a alegria
e a felicidade que me proporciona.

Só por hoje... tratarei de me adaptar
a vida.
Aceitarei o mundo como é e procurarei
me encaixar nele.
Se suceder-me algo desagradável, não
me mortificarei, não lamentarei, agradecerei
pelo ocorrido, pois dessa maneira minha
vontade e meu desejo de ser feliz terão
tidos postos à prova.
Hoje serei dono de minhas atitudes, de
meus sentimentos, de meus impulsos.
Para triunfar, preciso de auto domínio.

Só por hoje... trabalharei alegremente,
com entusiasmo e paixão.
Executarei minhas tarefas com alegria,
constatarei que sou capaz de trabalhar
dessa maneira, comprovarei meus
pequenos triunfos.
Não pensarei em fracassos.

Só por hoje... serei agradável e não
criticarei ninguém.
Se começar a criticar, trocarei a censura
por elogios.
Toda pessoa tem defeitos, porém vou
concentrar minha atenção nas virtudes.
Hoje evitarei as conversas desagradáveis.

Só por hoje... eliminarei duas pragas: a
pressa e a indecisão.
Hoje viverei com calma, com paciência, pois
a pressa é inimiga de uma vida feliz.
Não permitirei que nem a pressa nem a
impaciência me aflijam.

Só por hoje... terei confiança em mim
mesmo e enfrentarei todos os problemas
com decisão e coragem; não deixarei
nenhum para amanhã.

Não terei medo e agirei com coragem, pois
o futuro me pertence.
Hoje terei confiança em minha capacidade
para a luta e o trabalho.

Só por hoje... não invejarei os que têm mais
dinheiro, beleza ou saúde que eu.
Contarei meus bens, e não meus males.

Só por hoje... tratarei de resolver os problemas
de hoje; o futuro é resolvido por si mesmo.
O destino pertence aos que lutam; hoje terei
uma tarefa a realizar.
Se ainda me resta algo a ser feito, não me
desesperarei.

Só por hoje... não pensarei no passado nem
guardarei rancor de ninguém: praticarei a
lei do perdão.
Assumirei minhas responsabilidades e não
transferirei a culpa de meus problemas
para outras pessoas.
Hoje comprovarei que Deus me ama e me
presenteia com seu amor.

Só por hoje... farei o bem a alguém.
Procurarei uma pessoa para fazê-lo,
sem que o descubra; serei cortês e
generoso, pagarei o mal com o bem.
Ao anoitecer, comprovarei que Deus
me premiou com um dia repleto de
felicidade.
De manhã, farei outro dia como o de hoje.

(desconheço autoria).


Paz e luz _/\_

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Sou brasileira com muito orgulho, e com muito amor!

terça-feira, 27 de maio de 2014


''O Andarilho da PAZ..." Leve p/ o seu blog e mantenha-o andando...

quinta-feira, 17 de abril de 2014

:As bruxas e a páscoa!

Ostara - A "Páscoa" da Bruxas.....Na tradição da Religião Antiga a Páscoa anuncia o fim do inverno e a chegada da primavera. 

Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa representa a passagem de um tempo de escuridão para outro de luz, isto já muito antes de ser considerada uma das principais festas cristãs. 
A palavra 'páscoa' significa passagem, e acontece no equinócio de primavera (ou vernal) para o hemisfério norte, que ocorre no dia 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro. É o período que a luz do dia e da noite tem a mesma duração. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.

Grande parte das tradições do feriado de Páscoa está contida nos rituais pagãos, que gerou grande variedade de lendas e costumes que passaram a fazer parte da celebração atual.
Na realidade não existe uma “páscoa” pagã, e sim a festa e a celebração da chegada da Primavera celebrada pelos antigos povos pagãos da Europa e outras regiões. 

Muito antes do nascimento de Cristo as tribos pagãs da Europa adoravam a bela deusa da primavera – EE-ah-tra ou Eostre. Festivais para celebrar o nascimento da primavera eram organizados em honra a Eostre no final de março tempo em que o inverno acabava e a primavera começava a brotar no hemisfério norte.

Ostara, é o rito de fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o redespertar da vida na Terra. Nesse dia sagrado, os Bruxos e Bruxas acendem fogueiras novas ao nascer do sol, se rejubilam, tocam sinos e decoram ovos cozidos - um antigo costume pagão associado à Deusa da Fertilidade. 

Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Em certas partes do mundo pintavam-se os ovos do Equinócio da Primavera de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-os em rituais para honrar o Deus Sol. 

Os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Easter – em inglês Easter quer dizer Páscoa.

Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e olha para um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. O ovo é símbolo da chegada de uma nova vida. Na mitologia romana Ostara é Ceres e na grega, Perséfone. 

Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Os pássaros estão cantando, as árvores estão brotando. Surge o delicado amarelo do Sol e o encantador verde das matas. A celebração de Ostara, comemora a fertilidade, um tradicional e antigo festival pagão que celebra o evento sazonal equivalente ao Equinócio da primavera. 

Ela é o equilíbrio quando a fertilidade chega depois do inverno. É o período que a luz do dia e da noite têm a mesma duração. Ostara é o espelho da beleza da natureza, a renovação do espírito e da mente. Seu rosto muda a cada toque suave do vento. Gosta de observar os animais recém-nascidos saindo detrás das árvores distantes, deixando seu espírito se renovar. 

Ostara gosta de verde e amarelo, cores da natureza e do sol. O Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema de calendário lunar, que coloca o feriado no primeiro Domingo após a primeira lua cheia ou seguindo o equinócio.


A Páscoa foi nomeada pelo deus Saxão da fertilidade Eostre, que acompanha o festival de Ostara como um coelho, por esta razão, o símbolo do coelho de páscoa na tradição cristã. O coelho é também um símbolo de fertilidade e da fortuna. A Páscoa foi adaptada e renomeada pelos cristãos, do feriado pagão Festival de Ostara, da maneira que melhor lhe convinha na época assim como a tradição dos símbolos do Ovo e do Coelho. A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicéa, em 325 d.C., como sendo “o primeiro Domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adotado como sendo 21 de março. A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na Quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A celebração sempre começa na Quarta-feira de cinzas e termina no Domingo de Páscoa: é a chamada semana santa.

Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Antes, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e NÃO um coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou novamente, o planeta Vênus). É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

(Fonte:Do texto e imagem 3fasesdalua)